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	<title>Arquivos SUSTENTABILIDADE - Pepitas Secretaries Club</title>
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	<title>Arquivos SUSTENTABILIDADE - Pepitas Secretaries Club</title>
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		<title>ESG – A nova tendência global das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pepitas Secretaries Club]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 08:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FISEC]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito, Forças e Bem-estar Integral]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[AMBIENTAL SOCIAL E ECONÔMICA]]></category>
		<category><![CDATA[objetivos da ESG]]></category>
		<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[tendência ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ESG – A nova tendência global das empresas A sigla em inglês ESG (Environmental, Social and Governance), segue a tendência do futuro Nos últimos anos é notório o crescimento da preocupação com questões de sustentabilidade no mundo todo. Tanto empresas privadas como governos têm buscado um equilíbrio entre a sociedade e o meio ambiente. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ESG – A nova tendência global das empresas</strong></p>
<p><em>A sigla em inglês ESG (Environmental, Social and Governance), segue a tendência do futuro</em></p>
<p>Nos últimos anos é notório o crescimento da preocupação com questões de sustentabilidade no mundo todo. Tanto empresas privadas como governos têm buscado um equilíbrio entre a sociedade e o meio ambiente.</p>
<p>A sigla em inglês ESG que significa Environmental, Social and Governance ou em português, Ambiental, Social e Governança, foi citada pela primeira vez em 2004 em uma publicação do Pacto Global da ONU, em parceria com o Banco Mundial com o título, em inglês, “<strong><em>Who Cares Wins</em></strong>”, em uma tradução livre para o português seria algo como “Ganha quem se importa”. O então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, teria enviado esse documento para 50 diretores e CEOs das principais instituições financeiras do mundo, para que repensassem as suas gestões e incluíssem questões sociais, ambientais e de governança no mercado de capitais.</p>
<p>Apesar de incialmente ter sido direcionada para o setor financeiro, essa sigla começou a ser usada para todo o mercado em geral. Em 2015 a ONU lançou a “<strong>AGENDA 2030</strong>” e o acordo de Paris, ambos com o foco na sustentabilidade, com 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável):</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2275 size-full aligncenter" src="https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/04/9.ESG-foto-1.jpg" alt="" width="689" height="401" srcset="https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/04/9.ESG-foto-1.jpg 689w, https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/04/9.ESG-foto-1-300x175.jpg 300w" sizes="(max-width: 689px) 100vw, 689px" /></p>
<p>Os 3 pilares do ESG vão de encontro com os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável. De forma resumida as três letras da sigla correspondem aos seguintes aspectos:</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-2276 aligncenter" src="https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/04/9.ESG-foto-2.jpg" alt="" width="698" height="239" srcset="https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/04/9.ESG-foto-2.jpg 698w, https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/04/9.ESG-foto-2-300x103.jpg 300w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /></p>
<p><strong>1 &#8211; Environmental (Ambiental)</strong></p>
<p>Pensar em produzir de uma forma harmoniosa com o meio ambiente e nosso planeta. Ter a preocupação de consumir recursos naturais de forma sustentável, diminuir emissões de carbono e outros gases que possam prejudicar o planeta, eficiência energética, gestão de resíduos, entre muitas outras ações, buscando que as empresas ofereçam produtos e serviços sempre preocupando-se com o equilíbrio entre a natureza e a sociedade.</p>
<p><strong>2 – Social</strong></p>
<p>Temas como inclusão social e diversidade, assim como relações dos trabalhadores e colaboradores com seus clientes e fornecedores, respeito com os direitos humanos em uma convivência harmônica. Estudos já mostram que empresas que se preocupam com o ambiente físico e mental de seus trabalhadores ou colaboradores são muito mais produtivas. Esse pilar leva em conta os fatores sociais de forma geral.</p>
<p><strong>3 – Governance (Governança)</strong></p>
<p>Esse pilar trata dos princípios da gestão da empresa ou da organização. Tendo foco na responsabilidade de diretores e acionistas com práticas anticorrupção, respeito à legislação e acima de tudo à Ética. Outro ponto importante é a questão da proteção dos dados, privacidade e integridade das informações dos colaboradores e da empresa. Esses princípios garantem as melhores práticas para que ninguém seja prejudicado, como colaboradores, acionistas ou clientes da empresa. Em resumo, uma gestão transparente.</p>
<p>Nos últimos anos, inúmeras pesquisas mostram um crescimento de consumidores que preferem produtos que sejam sustentáveis, pesquisam sobre os produtos que consomem, sobre empresas que não fazem práticas abusivas com trabalhadores e que tenham práticas sociais e ambientais. Esses consumidores preferem pagar mais caro por um produto de uma empresa, desde que ela siga os pilares da ESG.</p>
<p>Com esse cenário, muitas empresas começaram a planejar os investimentos tendo como pilares a ESG, onde é levada em conta as questões ambientais, sociais e de governança corporativa. Essa mudança se confirma com a pesquisa “ESG Radar 2023” feita pela multinacional de tecnologia da informação “Infosys”. Em 2022, segundo o GSIA (Global Sustainable Investment Alliance), investimentos que consideravam as questões ESG eram de US$ 35 trilhões. A projeção é que até 2025 esse tipo de investimento chegará em US$ 53 trilhões.</p>
<p>Aqui no Brasil essa tendência já começou. A Associação Brasileira de ESG, da qual tenho a honra de ser conselheira consultiva, já tem notado uma procura maior por empresas interessadas em adotar os pilares de uma gestão responsável focada no ambiental e social.</p>
<p>Como mostrado nas pesquisas, as empresas só têm a ganhar com esse modelo de gestão, ainda mais em um país como o nosso, cheio de riquezas naturais e de um povo tão diverso. O antigo modelo de empresas que focam no lucro acima de tudo, não importando em degradar o meio ambiente ou com a saúde física e mental de seus colaboradores, tendo uma gestão da forma antiga “onde eu falo e ele obedece”, está fadado ao fracasso na sociedade atual.</p>
<p>A pandemia de COVID-19 nos fez refletir muito sobre a importância das pessoas e do ambiente. Que uma sociedade só funciona se todos nos ajudarmos, e que vivemos no mesmo planeta e precisamos preservá-lo juntos.</p>
<p>Se você, empresário, está lendo esse artigo, busque conhecer mais o modelo de ESG, e você, trabalhador, se sua empresa ainda não adotou, mostre as vantagens desse modelo, todos só temos a ganhar.</p>
<p>Procure a Associação Brasileira de ESG (<a href="https://www.associacaoesg.org.br/">https://www.associacaoesg.org.br/</a>) e se informe sobre esse modelo que tem crescido no mundo todo, e tem tudo para dar certo no Brasil.</p>
<p>E lembre-se: “<strong><em>O seu mundo muda, quando você muda”.</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;">Por Lilian Primo Albuquerque</p>
<p style="text-align: right;">CEO e Co- Founder da Mobye Mobilidade Eletrica. Executiva de Tecnologia, VP do Conselho Consultivo do Instituto Êxito Latino Americano de Empreendedorismo e Inovação e VP de TI na ANEFAC e Colunista na Nova Brasil FM.</p>
<p style="text-align: right;">LinkedIn: <a href="https://www.linkedin.com/in/lilianpas/">https://www.linkedin.com/in/lilianpas/</a></p>
<p style="text-align: right;">Instagram: <a href="https://instagram.com/lilian_primoalbuquerque?igshid=YmMyMTA2M2Y=">https://instagram.com/lilian_primoalbuquerque?igshid=YmMyMTA2M2Y=</a></p>
<p style="text-align: right;">Facebook: lilian_primoalbuquerque</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>AMANHÃ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pepitas Secretaries Club]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 13:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Propósito, Forças e Bem-estar Integral]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[FUTURO DISTÓPICO]]></category>
		<category><![CDATA[FUTURO UTÓPICO]]></category>
		<category><![CDATA[IMATERIALIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[MACROTENDÊNCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>AMANHÃ. Christina Carvalho Pinto* O ano é 2050. De algum ponto dos Cosmos – talvez daqui mesmo, deste nosso pequeno Planeta – observo o fio luminoso que conduziu as comunicações na Terra para o estágio atual. Aquilo que chamávamos de canais de comunicação mudou tanto que mal me lembro de como eram no longínquo 2020. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>AMANHÃ.</strong></p>
<p style="text-align: right;">Christina Carvalho Pinto*</p>
<p>O ano é 2050.</p>
<p>De algum ponto dos Cosmos – talvez daqui mesmo, deste nosso pequeno Planeta – observo o fio luminoso que conduziu as comunicações na Terra para o estágio atual.</p>
<p>Aquilo que chamávamos de canais de comunicação mudou tanto que mal me lembro de como eram no longínquo 2020. À medida que evoluiu a capacidade humana de utilização do próprio cérebro, desapareceram todos aqueles mecanismos e aparelhos pelos quais milhões de pessoas matavam e morriam nas primeiras décadas do século. E com a evolução da consciência houve um verdadeiro <em>shift</em> naquilo que entendíamos como necessidades. Crianças e jovens de hoje visitam virtualmente museus para conhecer milhões de produtos e traquitanas que foram para o esquecimento.</p>
<p>Três das macrotendências se realizaram:</p>
<ul>
<li><strong>“Traga-me a magia de volta”. </strong>Floresceu um senso de identidade e significado do viver desvinculado do apego à matéria. Depois daquela enorme e trágica onda de suicídios de jovens, que teve seu pico na terceira década deste século, ganhou vida esse nosso novo jeito de viver, simplificado, muito mais leve e feliz. Mas não foi um caminho fácil. A sequência foi a seguinte: a sociedade de consumo, da forma como estava instituída, havia retirado do dia a dia o real encanto de viver, levando bilhões de pessoas a acreditar que “eu sou o que eu tenho”. As consequências dessa loucura foram as piores possíveis: assassinatos aconteciam a céu aberto por qualquer objeto, até mesmo por uns pequenos aparelhos que na época eram chamados de celulares; a ansiedade galopante tomou conta das mentes, conduzindo a depressão ao topo do ranking das doenças que mais cresciam; estranhas fórmulas químicas disfarçadas de alimentos provocavam verdadeiras epidemias de câncer e outros males; no mundo corporativo, a competividade tinha assumido um nível tão corrosivo que os jovens mais brilhantes já não queriam participar daquele universo, que tinha levado seus pais ao completo esgotamento. Esse esgotamento das mentes se expressava também através do esgotamento dos recursos naturais. Eventos climáticos se aceleraram, revelando no mundo exterior as dores agudas do interior humano. Enfim, a situação havia chegado a tal ponto que, durante os anos vinte deste século, a chamada geração pós-consumo se tornou uma força, polarizando-se, naquele momento, dois modelos mentais: os conscientes e os dormentes. Os dormentes se anestesiavam com drogas e frivolidades, enquanto os conscientes formaram o pilar desta nova História que hoje vivemos, em que a realidade espiritual do “Eu Sou”, presente em eras quase imemoriais, veio substituindo em larga escala a ficção materialista do “eu tenho”. Nos primeiros passos da geração pós-consumo, nos anos que se seguiram a 2020, legiões de jovens passaram a exigir de empresas, marcas e governos transparência radical e engajamento a causas transformadoras do cenário socioambiental. Foi assim que a magia do viver foi retornando, felizmente, às nossas vidas.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>A imaterialidade. </strong>Naquele 2020, trinta anos atrás, era comum palestrantes elencarem, em seus discursos, uma série de fatos mostrando que a imaterialidade, já naquela época, estava tomando conta das escolhas humanas. A lista era extensa e alguns exemplos eram monotonamente repetidos: a maior rede hoteleira do mundo não tinha nenhum quarto de hotel (já existia um ambiente virtual em que as pessoas alugavam, pelo tempo que quisessem, espaços em imóveis de outras pessoas); os jovens já não sonhavam ter carros, queriam apenas mobilidade; moradias com espaços reduzidos e serviços coletivos se multiplicavam; idem para ambientes de trabalho etc. etc. A lista era longa, considerando que estávamos naqueles tempos precários, mas mínima comparada ao salto quântico dos hábitos e costumes que trouxeram a imaterialidade para o centro do viver nestas duas últimas décadas, mais fortemente a partir de 2030. No início deste século, consumíamos sem perguntar claramente por quê. Agora, consumimos apenas o que faz sentido, então não há de se estranhar o espaço imenso que ocupam em nossas vidas as empresas de serviços úteis e inteligentes. (Importante lembrar que o significado das palavras “útil” e “inteligente” mudou muito nas últimas décadas).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Sustentabilidade, o senso de unidade com o Todo. </strong>Na primeira década deste nosso século XXI, despontou um conceito que vinha timidamente tentando se expressar desde as últimas três décadas do século anterior. O conceito – Sustentabilidade &#8211; basicamente preconizava a urgência de construir um mundo sustentável para o Planeta e todas as suas espécies, incluindo a espécie humana, que naquele momento se via separada e não se percebia como parte intrínseca da natureza. O tema da Sustentabilidade ganhou expressão nos circuitos das mentes despertas daquele início de século. Criou-se uma espécie de passo-a-passo para a realização de atividades sustentáveis no universo corporativo, incluindo o chamado <em>triple bottom line, </em>uma mensuração do lucro empresarial que contemplava igualmente três tipos de resultado: o financeiro, o social e o ambiental. No mundo corporativo, o tema foi tratado, na maior parte dos casos, de maneira superficial ou até mesmo inexistente. Empurrado para o RH ou nas mãos de alguém que atuava à parte da operação, sem qualquer influência junto aos acionistas ou tomadores de decisão, que muitas vezes o consideravam um modismo passageiro, coisa dos então pejorativamente chamados “verdinhos”: jornalistas, consultores e estrategistas preocupados com um cenário em deterioração. Pressionadas pelo crescente poder de grupos conscientes e de sua atuação nas redes sociais, corporações construíam discursos dissimulados e “sustentáveis” enquanto mantinham uma realidade Desesperados, os então disseminadores da urgência da Sustentabilidade buscaram os mais inusitados mecanismos para convencer corporações a adotar princípios e práticas sustentáveis. Um desses mecanismos, de pouco sucesso, foi a adoção do único vocabulário que grande parte das corporações entendiam naquela época: o do lucro financeiro. Criaram-se então listas de práticas sustentáveis que, quando aplicadas, aumentavam o lucro, interesse único do universo corporativo no macro sistema de então; um modelo que pressionava as próprias corporações a focar no resultado financeiro qualquer que fosse o caminho para isso, não importando as consequências. Apesar do descaso e até mesmo do senso de ridículo que perpassava a reputação dos envolvidos com Sustentabilidade, havia sim empresas legitimamente interessadas em assumir a responsabilidade por seus impactos sobre indivíduos, coletividades e o meio ambiente. Empresas que queriam fazer de seus produtos e marcas verdadeiros elos de união entre seres humanos e a Vida do Todo. Na liderança dessas empresas, destacavam-se grandes talentos, pessoas que declaravam publicamente seu amor ao ser humano, à Terra e a todas as formas de vida, e seu compromisso com a construção de um mundo onde todos pudessem viver mais e melhor. Não por acaso, são essas as poucas empresas daquela época que sobreviveram até hoje. As outras todas morreram, flagradas em sua indiferença. Inclusive empresas de mídia que abraçaram seriamente seu papel na estimulação de modelos mentais amigáveis com o Todo – e educaram populações inteiras nessa direção – são as que hoje permanecem. Ou seja: neste 2050, se mantêm vivas as empresas e marcas comprometidas com a Vida. Bastante óbvio, não?</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p>Quando me lembro de tudo que passamos desde 2020 e vejo o quanto, juntos, conseguimos despertar e avançar para o cenário fértil deste 2050, agradeço infinitamente a Deus pela oportunidade de atuar, pelo mágico poder das ideias criativas, não apenas como ator, mas como um dos tantos autores conscientes da História reescrita.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Christina Carvalho Pinto</strong></p>
<p style="text-align: right;">Estrategista e expert em Branding.</p>
<p style="text-align: right;">Partner at Hollun – Board Member – CEO – Speaker- 2x Forbes: The Most Influential Woman in MKT &amp; Communications.</p>
<p style="text-align: right;">Linkedin: Christina Carvalho-Pinto</p>
<p style="text-align: right;"><strong> </strong></p>
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