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	<title>Arquivos Interculturalidade e Comunicação - Pepitas Secretaries Club</title>
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	<title>Arquivos Interculturalidade e Comunicação - Pepitas Secretaries Club</title>
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		<title>INTERCULTURALIDADE NA PELE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pepitas Secretaries Club]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 12:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Marca Pessoal, Profissional e Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[ANFITRIÃO E IMIGRANTE]]></category>
		<category><![CDATA[BBC E DIVERSIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[CRENÇAS E SONHOS]]></category>
		<category><![CDATA[MULHER NEGRA ESTRANGEIRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um   extrato do capítulo de @Paula Moio no livro &#8220;Interculturalidade na Pele&#8221;, retrata bem a sua visão em termos de liderança de carreira e que revela uma trajetória de resiliência, perseverança, compromisso social e outras competências necessárias para que se deixe uma marca no mundo. Ela fala do sonho e da realização. Ela fala da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4471" src="https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/Card_Blog_38.jpg" alt="" width="1600" height="762" srcset="https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/Card_Blog_38.jpg 1600w, https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/Card_Blog_38-300x143.jpg 300w, https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/Card_Blog_38-1024x488.jpg 1024w, https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/Card_Blog_38-768x366.jpg 768w, https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/Card_Blog_38-1536x732.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" />Um   extrato do capítulo de @Paula Moio no livro &#8220;Interculturalidade na Pele&#8221;, </strong>retrata bem a sua visão em termos de liderança de carreira e que revela uma trajetória de resiliência, perseverança, compromisso social e outras competências necessárias para que se deixe uma marca no mundo.</p>
<p>Ela fala do sonho e da realização.</p>
<p>Ela fala da conquista e do esforço.</p>
<p>Ela fala da origem e do destino.</p>
<p>Ela fala da <strong>IMAGINAÇÃO</strong>, do <strong>MOVIMENTO</strong> e do <strong>AFETO</strong> como qualidades de uma Secretária Executiva de alto desempenho.</p>
<p><strong>============================</strong></p>
<p><strong>Interculturalidade na Pele</strong></p>
<p>Saí, e da estação de metrô de White City liguei para a minha mãe em Lisboa muito satisfeita com o resultado, pois acabava de ultrapassar um grande marco – a minha primeira entrevista de trabalho no Reino Unido – histórico. Lembro-me de lhe ter dito: &#8220;Estou pronta. Que venham todas as entrevistas&#8221;!</p>
<p>No dia seguinte o telefone toca à uma hora da tarde com uma oferta de trabalho!&#8230; Chorei muito. Feliz. Perplexa. Extasiada. Confusa. Afinal esse não era o plano. Em princípio eu nem deveria reunir todos os requisitos. Eu até nem queria trabalhar full-time. Mais, aceitei candidatar-me certa de que não seria contratada, mas fui pela experiência da entrevista &#8211; era importante.</p>
<p>Este evento validou, e muito, a crença que sempre tive: de que é quando estamos distraídos, nos momentos em que não estamos a prestar atenção que a magia acontece.</p>
<p>Emocionada, percebi que toda a minha jornada me tinha levado até aquele preciso momento, e a recompensa foi o reconhecimento pelo meu mérito, indiscriminadamente, e independentemente de todas as &#8220;facetas&#8221; que eu pudesse ter, aliás, essas mesmas &#8220;facetas&#8221; eram afinal o meu &#8220;super power&#8221; &#8211; mãe, mulher, negra, e estrangeira!</p>
<p>E foi o que mais me encantou neste país – as possibilidades eram, e ainda são ilimitadas (apesar do Brexit) porque possíveis. Se repararem, tinham passado seis anos desde que tinha deixado Angola. Foram seis anos intensos, de solidão, de solitude, duros e incertos, mas que com fé, perseverança e muita resiliência emocional foi possível crescer e vencer todos os obstáculos. Estávamos então em julho de 2000 – caso para dizer que entrei o ano 2000 com os dois pés!</p>
<p>Esta era sem dúvida uma oportunidade extraordinária para demonstrar as minhas competências e habilidades, bem como retribuir o voto de confiança e investimento depositados em mim, com comprometimento e alta performance. O mundo era meu e o céu era o limite – carpe-diem.</p>
<p>Este ponto na minha trajetória demarca nitidamente um momento de viragem, um simbólico renascimento, transformação pessoal, crescimento profissional e ascensão de carreira.</p>
<p>Profissionalmente tem sido das jornadas mais gratificantes e completas que alguma vez imaginei trilhar. Vinda de uma cultura e geração em que a entidade empregadora teria o poder supremo, o empregado quase sem voz, e os seus direitos negligenciados, eis que encontro uma realidade completamente diferente &#8211; a anos luz de distância.</p>
<p>Um dos grandes contrastes que desde o início demarcaram a diferença foi o investimento em formação profissional. Desde a habitual indução e dias de familiarização, que ocorrem na primeira semana, a avaliações anuais 1-2-1, em que o executivo e o empregado não só refletem sobre o desempenho, performance; o que funcionou ou não, e o que pode melhorar, do ano que decorreu, como também identificam as necessidades de formação que irão contribuir para o crescimento, melhor performance e ascensão do empregado. É uma parceria estratégica em que são tidos em conta os interesses da empresa e do empregado, alinhados com a visão e os objetivos da entidade empregadora.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-2311" src="https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/1.-Interculturalidade-215x300.jpg" alt="" width="300" height="419" srcset="https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/1.-Interculturalidade-215x300.jpg 215w, https://pepitassecretariesclub.com/wp-content/uploads/2023/05/1.-Interculturalidade.jpg 615w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Dia de Familiarização da Radio</strong></p>
<p>É assim que quatro meses depois de ter começado como assistente de equipa na direção de rádio de notícias da BBC, sou promovida a assistente pessoal e convidada a &#8220;assistir o director de rádio de notícias da BBC no Serviço Mundial, e a sua equipe de editores.</p>
<p>Ora, sendo eu estrangeira vinda de uma cultura completamente diferente, para quem, em dez anos de carreira jamais teve formação profissional, e muito menos avaliações anuais, abracei estas iniciativas com uma sede insaciável de aprender.</p>
<p>Desde uma ampla variedade de soft-skills, a inglês para business; de Noções Básicas de Web-Design a Consciência de Diversidade, Consciência de Deficiente, Preconceito Inconsciente ou Novas Formas de Trabalhar – trago na bagagem um conhecimento requintado que sem dúvida me amplia o mindset quer como profissional, quer como indivíduo.</p>
<p>Só assim me foi possível quebrar por completo os códigos culturais, mesmo os mais enigmáticos. Para além da inserção consciente que sempre fiz questão de integrar, comungar e implementar.</p>
<p>É claro que nem tudo são rosas, principalmente quando se assiste uma equipa grande e diversa como foram as duas equipas que assisti – quer no Serviço Mundial de Notícias (World Service News), quer no Serviço Mundial de Línguas (World Service Languages), onde pela sua diversidade, os códigos culturais acarretavam muito mais complexidade e por isso um desafio maior em decifrar.</p>
<p>Contudo, sempre me norteei por princípios de respeito, tolerância e humildade, primeiro comigo própria e segundo para com as acções e atitudes dos outros.</p>
<p>Mas, às vezes, nem mesmo assim tudo flui, e o maior desafio está em convergir as diferenças com sabedoria.</p>
<p>No Reino Unido, tal como creio no resto do mundo, quanto a mais alto nível for a posição, maior a competitividade. E é nítida a divisão entre locais e outsiders. Chega a ser ainda mais notória a divisão racial, e também de género.</p>
<p>Por vezes a discriminação é tal e tão obvia, que a diferença também se faz notar na escala salarial.</p>
<p>A determinada altura, eu era a única assistente negra no Conselho de Administração (Board), mas poucas foram as instâncias em que senti motivação racial, ou se o senti ocasionalmente, preferi ignorar. Fui mais marginalizada, boicotada e intimidada, e qualquer uma destas situações, motivada creio eu, por uso indevido de poder, inseguranças e competição desmedida por parte de alguns colegas do secretariado executivo.</p>
<p>Em qualquer um dos eventos tentei sempre elevar as minhas emoções com dignidade e superar as acções dos outros. Contudo, houve alturas em que tive que ser firme directa e incisiva, delineando assim um limite aceitável, mas partindo sempre de uma perspectiva de empatia, com a vívida noção de que nem todos temos a capacidade de tolerar e aceitar a diferença.</p>
<p>Houve um incidente que gostaria de deixar aqui gravado, porque é importante sob vários ângulos.</p>
<p>Em 2006 fui a Luanda para baptizar o filho da minha melhor amiga-irmã-comadre e cúmplice, daqueles eventos que não se pode deixar de estar presente. E combinei a viagem com o Natal para que pudesse estar com a família e amigos num ambiente mais festivo.</p>
<p>Em vésperas de embarque um colega, acredito que com a melhor das intenções, pergunta-me: &#8220;Vocês têm ar-condicionado na tua &#8216;vila?&#8221;</p>
<p>O meu pensamento fluía que nem um rio bravo incontrolável, pois eu que não acreditava no que estava a ouvir, e perguntava-me em silêncio: quantas camadas depreciativas teria esta pergunta que me é feita em pleno século XXI? Não será mais do que tempo de mudarmos a narrativa e a mentalidade sob pena de se correr o risco de manter o estereótipo da &#8216;single story&#8217;26? Como é que se poder promover inclusão com arrogância e ideias preconceituosas? Não expando este parágrafo deliberadamente, pois a intenção é provocar uma reflexão.</p>
<p>Usando uma boa dose de perseverança, tolerância e elasticidade emocional, consegui conquistar um nível satisfatório de respeito e colaboração entre colegas. Foram períodos de trabalho árduo, a maior parte deles solitário – um aspecto inerente à própria profissão, e por isso talvez, onde eu me pude focar e diferenciar pela determinação na entrega de um trabalho eficiente, honesto, fiel e consistente.</p>
<p>É importante salientar que foi na BBC que o meu autoconhecimento e a crença nas minhas potencialidades se ampliaram, facilitando assim o meu crescimento e desenvolvimento profissional, e a autoconfiança na busca da minha voz, paixão e propósito.</p>
<p>Durante o meu tempo na empresa, trabalhei com cinco executivos diferentes e com qualquer um deles a aprendizagem foi extraordinária.</p>
<p>Contudo foi com o meu último executivo, que por sinal mulher, com quem a sinergia e parceria foram excepcionais. Com ela, aprendi sobre liderança e humildade, parceria, team-working (trabalho em equipa) e colaboração, mentoria e empoderamento, compaixão e altruísmo – profissional, jornalista e líder de alto calibre com um sentido nato de integridade, com quem caminhei lado-a-lado, servi, protegi e fui leal durante os dez anos que trabalhámos juntas.</p>
<p>Após treze anos de casa sou galardoada com o prêmio de desempenho excepcional da BBC News. Os News Award são prémios anuais (uma espécie de Óscares internos) atribuídos aos funcionários que se destacam ao longo do ano.&#8221;</p>
<p>Isto é só mais uma prova de que qualquer vitória e conquista requerem, por debaixo do pano, nos bastidores: sacrifício, consistência, foco, comprometimento, propósito, integridade, fé em nós e na humanidade. Esta vitória teve um sabor incomensurável, porque ao contemplar a jornada, pude medir o valor que aquele pedaço de papel teve e ainda tem na minha vida, e terá para as minhas filhas e, espero, para muitas assistentes que queiram ter a coragem de atravessar fronteiras e saberem para onde vão, sem nunca se esquecerem de quem são e de onde vieram.</p>
<p>Tinham então passado já dezoito anos desde a minha chegada a Londres. E nada como o tempo para nos ajudar a nivelar emoções, e ajustes culturais. A integração tem que ser um processo orgânico, gradual e autêntico em que a responsabilidade da inclusão reside nas duas partes envolvidas – o país anfitrião e o imigrante.</p>
<p>Recordo-me com uma certa melancolia que o maior desafio foi aperceber-me e constatar em mim a fusão das duas culturas. Como é duro compreender que ao ganhar algo também se perde algo e o quão difícil é fundir a nossa identidade com uma nova adquirida.</p>
<p>É uma rotação de valores e crenças entre o que somos e a transição para o que passaremos a ser. É o abrir mão do que foi, de um pedaço de nós, e a fusão do novo&#8230;. É um conflito interno que desafiou ao máximo tudo o que fui e sou.</p>
<p>A arte e a sabedoria aqui, para mim, foi encontrar um equilíbrio neste &#8220;renascer&#8221; e aceitar a fusão da identidade cultural como a minha marca da liberdade conquistada. E foi aí que me reencontrei e vivo em paz – do tecido que me compõe: sou Angolana ferrenha, com essência Portuguesa e espírito Britânico.</p>
<p>A lição maior foi de empoderamento. Perceber que somos capazes de muito mais do que aquilo que nos damos crédito. A nossa resiliência em ultrapassar obstáculos, e em face às adversidades da vida, tem a elasticidade sempre na justa medida que precisamos. Aprendi a importância da fé que temos em nós próprios e em algo maior que nós, e o quão crucial é para a nossa autoestima valorizar o que somos, o que queremos e o que merecemos.</p>
<p>Afinal, são as conversas que temos conosco próprios que nos limitam ou nos libertam.</p>
<p style="text-align: right;">Paula Moio</p>
<p style="text-align: right;">Senior EA | Bilingual | Multi-Award Winner | Mentor |</p>
<p style="text-align: right;">Author | Curious Leader | Lifelong Learner | Aspiring Agile Human</p>
<p style="text-align: right;">LinkedIn: <a href="https://www.linkedin.com/in/paula-moio-32a65576/">https://www.linkedin.com/in/paula-moio-32a65576/</a></p>
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		<item>
		<title>Como avaliar os riscos de um país a ser visitado pelo seu executivo?</title>
		<link>https://pepitassecretariesclub.com/como-avaliar-os-riscos-de-um-pais-a-ser-visitado-pelo-seu-executivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pepitas Secretaries Club]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 08:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ferramentas profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito, Forças e Bem-estar Integral]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com o executivo]]></category>
		<category><![CDATA[expatriados]]></category>
		<category><![CDATA[viagem ao exterior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como avaliar os riscos de um país a ser visitado pelo seu executivo? Ao avaliar os riscos de um país a ser visitado por um executivo, é importante considerar as particularidades da viagem de negócios e as necessidades específicas do executivo. Algumas das maneiras de avaliar os riscos de um país a ser visitado por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como avaliar os riscos de um país a ser visitado pelo seu executivo?</strong></p>
<p>Ao avaliar os riscos de um país a ser visitado por um executivo, é importante considerar as particularidades da viagem de negócios e as necessidades específicas do executivo. Algumas das maneiras de avaliar os riscos de um país a ser visitado por um executivo incluem:</p>
<ol>
<li>Avaliar o histórico de segurança do país: Verificar o histórico de segurança do país, incluindo ataques terroristas, sequestros, crimes violentos e outras ameaças à segurança, pode fornecer informações valiosas para avaliar os riscos da viagem. Além disso, é importante considerar as regiões específicas que serão visitadas.</li>
<li>Verificar as condições de segurança: É importante verificar as condições de segurança do país, incluindo a taxa de criminalidade, o nível de segurança nas ruas e a presença de grupos criminosos. As embaixadas e consulados do país em questão, além de sites de notícias e relatórios de organizações internacionais, podem ser fontes úteis de informação.</li>
<li>Avaliar a situação sanitária: É importante avaliar a situação sanitária do país, incluindo as condições de higiene, a presença de doenças contagiosas e a qualidade dos serviços de saúde. Os sites de saúde internacionais e organizações como a OMS podem fornecer informações úteis.</li>
<li>Verificar as condições de segurança: As condições de segurança do país, incluindo a presença de grupos criminosos, a taxa de criminalidade e a segurança nas ruas, são fatores importantes a serem considerados. É importante verificar a situação de segurança nas regiões específicas que o executivo visitará.</li>
<li>Considerar a estabilidade econômica do país: A estabilidade econômica do país pode ter um impacto significativo na segurança dos visitantes. Países com instabilidade econômica podem ter uma taxa mais alta de crimes, roubo e violência.</li>
<li>Analisar a presença de riscos ambientais: É importante verificar a presença de riscos ambientais, como desastres naturais, condições climáticas extremas e poluição, que possam afetar a segurança do executivo.</li>
</ol>
<p>Ao avaliar os riscos de um país a ser visitado por um executivo, é importante utilizar diversas fontes de informação, como agências governamentais, empresas de segurança, organizações internacionais e fontes locais confiáveis. Além disso, é importante considerar as necessidades específicas do executivo e avaliar a viabilidade de se adotar medidas de segurança adicionais, como a contratação de seguranças privados ou o <em>uso de carros blindados</em>.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR: </strong></p>
<p><strong>Teixeira</strong> (como é chamado Alberto Carvalho) é engenheiro graduado com atuação de mais de 35 anos como Executivo em grandes empresas multinacionais fornecedoras de soluções TI, sendo usuário costumaz de serviços de transporte executivos em nível global.</p>
<p>Fundador da White Limo Services em 2015:</p>
<p>“Existem várias razões pelas quais decidi fundar minha empresa de mobilidade executiva corporativa, e gostaria de compartilhá-las com você. Aqui estão algumas das principais razões:</p>
<ol>
<li>Identificação de uma necessidade: Durante minha carreira profissional, percebi que havia uma necessidade não atendida no mercado de mobilidade executiva corporativa. Muitas empresas e executivos estavam lutando para encontrar um serviço de transporte de alta qualidade, confiável e seguro para atender às suas necessidades específicas.</li>
<li>Paixão por fornecer soluções baseadas em tecnologia de alta qualidade: Sempre fui apaixonado por fornecer soluções eficientes e eficazes para as necessidades dos clientes. Por isso, a ideia de fundar uma empresa que oferecesse um serviço de mobilidade executiva corporativa de alta qualidade e tecnológica foi muito atraente para mim.</li>
<li>Desejo de oferecer um serviço diferenciado: Queria criar uma empresa que se destacasse no mercado, oferecendo um serviço que fosse diferente e melhor do que a concorrência. Estou empenhado em fornecer um serviço de mobilidade executiva corporativa que não apenas atenda, mas supere as expectativas dos clientes.</li>
<li>Crescimento de mercado: Como o mercado de mobilidade executiva corporativa está em constante crescimento, acreditei que seria uma oportunidade ideal para investir e contribuir para o desenvolvimento desse segmento de mercado.</li>
</ol>
<p>Em resumo, a decisão de fundar a WLS foi baseada em minha paixão por fornecer soluções tecnológicas eficientes e eficazes para as necessidades dos clientes, identificação de uma necessidade não atendida no mercado, desejo de oferecer um serviço diferenciado e crescimento do mercado. Estou realizado em poder oferecer um serviço de qualidade para nossos clientes e espero estar contribuindo positivamente para o mercado de mobilidade executiva corporativa.”</p>
<p>About WLS:</p>
<p>Welcome to WLS, a world-class executive mobility company, providing top-tier armored vehicle transportation services with worldwide coverage. Whether you&#8217;re traveling domestically or abroad, our fleet of high-security vehicles ensures your safety and comfort, no matter where your destination may be.</p>
<p>Our executive mobility services cater to high-profile individuals and VIPs who demand the best in secure and reliable transportation. Our vehicles are equipped with cutting-edge technology, including bullet-resistant glass, run-flat tires, and advanced security systems, providing peace of mind for your safety.</p>
<p>Our team of expert drivers are trained to handle any situation, ensuring your trip is not only secure, but also enjoyable. We provide a discreet, efficient service tailored to your specific needs, ensuring your privacy and comfort at all times.</p>
<p>With our worldwide coverage, you can rest assured that wherever you go, we&#8217;ve got you covered. From major cities to remote locations, we&#8217;ll get you there safely and on time.</p>
<p>At our executive mobility company, we understand that your time is precious, which is why we offer a seamless experience from start to finish. So why settle for anything less when it comes to your security and comfort? Contact us today to experience the ultimate in executive mobility services.</p>
<p>Know more about us: <a href="https://linktr.ee/WhiteLimo">https://linktr.ee/WhiteLimo</a></p>
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		<title>É fácil viver com o outro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2023 08:08:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estar com o outro, muitas vezes, nos parece difícil. Digo isso por ter a oportunidade de viver numa família bem organizada a partir dos papéis sociais de cada um: os pais eram os pais e os filhos eram os filhos. Parecia difícil cumprir as exigências dos pais e as implicâncias dos irmãos. No mundo corporativo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estar com o outro, muitas vezes, nos parece difícil. Digo isso por ter a oportunidade de viver numa família bem organizada a partir dos papéis sociais de cada um: os pais eram os pais e os filhos eram os filhos. Parecia difícil cumprir as exigências dos pais e as implicâncias dos irmãos. No mundo corporativo comecei trabalhando numa empresa em que a chefe era muito exigente e parecia quase impossível alcançar as metas que ela propunha. Com os amigos, por vezes, eles pareciam inconvenientes porque nunca sabiam o que queriam. Na relação conjugal parece que a companheira implica com as pequenas coisas que não me importam muito, por isso também não é fácil estar com ela. Assim, é fácil chegar à conclusão de que viver com o outro não é fácil no trabalho, nas amizades e na família. Porém, a pergunta a ser feita deveria ser: <strong>é fácil viver com quem eu sou? É bom estar comigo? </strong>Essa pergunta me veio à lembrança porque, certa feita, fui confrontado com uma situação de divergência em que a outra parte disse:</p>
<p><em>– Caramba, você não é fácil mesmo!</em></p>
<p>A conversa seguiu. Recuei da minha posição e chegamos a um acordo. Entretanto, aquela fala me acompanhou a noite toda. Repensei inúmeras situações. Na minha família, acreditava que meus pais eram exigentes e os irmãos implicantes, porém ao analisar com mais cuidado também eu era impertinente e pedante. Certamente não foi fácil para eles serem meus pais e não era tão simples meus irmãos serem meus irmãos com quem eu era. No ambiente profissional, cumpri o papel de organizar algumas empresas. Hoje vejo que eu era exigente e não era tão simples nem fácil estar comigo. Nas relações de amizade nem sempre sou tão fácil de encontrar, não faço os movimentos que poderia fazer e igualmente nem sempre sei exatamente aquilo que quero ou espero. Na relação conjugal as pequenas coisas que, por vezes, irritam o outro são uma constante. Tenho a consciência de que deixar a roupa jogada na cama e não pendurada no cabide irrita a minha esposa, entretanto faço isso quase todos os dias. É algo insignificante para mim, mas significante para o outro. Desse modo, além de se perguntar se é fácil viver com quem se é, há que se perguntar: <strong>é fácil conviver com o meu comportamento? É fácil viver com as minhas ações e reações? É fácil interagir com as minhas posições e interpretações de mundo?</strong> Fazer uma pausa para olhar para dentro pode ajudar. A pausa pode vir de um retiro para fazer um replanejamento estratégico da própria vida. <strong>O que você quer? Para onde quer ir? Quem é importante para você nessa viagem?</strong> A pausa pode vir de uma meditação diária no início do dia. <strong>Qual é a sua intenção? Como transferi-la para as ações?</strong> A pausa pode vir da não reação frente a uma ação da qual se discorda. “Conte até dez”, “respira fundo” ou outra estratégia que nos leve a fazer uma pausa para não reagir, mas sim agir em conformidade com as intenções. Entende-se que a pausa muda tudo, inclusive ela dá sentido ao movimento.</p>
<p>Enfim, naquele dia em que fui confrontado com a fala de que eu não era fácil tomei consciência de um universo comportamental que afetava os outros. Eu afetava sem afeto. Nesse movimento produzia dor, angústia e sofrimento, deixando os ambientes tóxicos. Assim, a pergunta: “é fácil viver com o outro?” talvez não seja a primeira a ser feita. Com os pais somente posso agradecer, porque eles estão em outro plano. Olhando pelo retrovisor, foi fácil viver com eles. Com os irmãos a relação está madura e plena, talvez resultado da própria idade que temos. Hoje é fácil viver com eles. Com os amigos as pequenas diferenças fazem parte do encanto de cada um. É fácil viver com eles. Com a esposa ainda preciso aprender a pendurar a roupa no cabide, por isso a pergunta: <strong>é fácil viver com quem eu sou?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Moacir Rauber</p>
<p>Blog: facetas.com.br</p>
<p>E-mail: mjrauber@gmail.com</p>
<p>Home: www.olhemaisumavez.com.br</p>
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		<title>Quanto diversa é a sua rede estratégica?</title>
		<link>https://pepitassecretariesclub.com/quanto-diversa-e-a-sua-rede-estrategica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 08:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num trecho do seu primeiro livro, The Executive Secretary Guide to Building a Successful Career Strategy, Julia Schmidt convida os leitores a diversificarem estrategicamente as suas redes Precisamos de pessoas &#8220;Você pode começar a ser estratégico diariamente através de uma prática simples: ser um conector&#8221;, disse Steve Browne, um palestrante, escritor, e líder de pensamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Num trecho do seu primeiro livro, The Executive Secretary Guide to Building a Successful Career Strategy, Julia Schmidt convida os leitores a diversificarem estrategicamente as suas redes</p>
<p>Precisamos de pessoas</p>
<p>&#8220;Você pode começar a ser estratégico diariamente através de uma prática simples: ser um conector&#8221;, disse Steve Browne, um palestrante, escritor, e líder de pensamento sobre Gestão de Recursos Humanos.</p>
<p>As pessoas são a coisa mais importante na execução de estratégias. Elas podem trazer entusiasmo e energia ao processo. As pessoas podem colaborar e fazer com que grandes resultados aconteçam. Mas também podem sabotar o seu plano de ação. Todos têm um valor e temos de explorar estes valores, fazer com que as pessoas unam forças e construam grandes coisas em conjunto. A sua estratégia de carreira tem de ser capaz de reunir as melhores pessoas de que possa precisar para construir um futuro profissional brilhante para si.</p>
<ul>
<li>Cerque-se de pessoas positivas</li>
<li>Tenha uma comunidade que lhe dê perspectivas diferentes</li>
<li>Tenha um parceiro responsável</li>
<li>Crie o seu conselho de administração</li>
<li>Partilhe o seu conhecimento</li>
<li>Apóie as pessoas na realização dos seus objetivos</li>
<li>Seja uma ponte</li>
<li>Passe intencionalmente tempo com pessoas que são diferentes de você.</li>
</ul>
<p>Para fazer com que as pessoas certas fiquem contigo e apoiar os seus planos de carreira, construa as suas relações a partir dos pontos fortes das pessoas. Isto acelera o crescimento, aumenta o entusiasmo, aumenta a confiança e a colaboração, e cria envolvimento.</p>
<p>Seja um conector! Ligue pessoas aos seus sonhos, visão, propósito e trabalho.</p>
<p>Veja cada interação com as pessoas no seu local de trabalho como uma oportunidade de trazer uma solução e plantar algumas sementes de encorajamento para ultrapassar as dificuldades.</p>
<p>O que podemos aprender com as pessoas que conhecemos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Precisamos uns dos outros para crescer pessoal e profissionalmente</p>
<p>Todos queremos experimentar um sentido de comunidade. Sei disso porque fui membro de uma associação fantástica para profissionais de gestão de apoio. Não poderia ter tido sucesso profissional sem os meus parceiros.</p>
<p>A minha família também desempenhou um papel significativo no desenvolvimento da minha carreira. Eles foram a minha primeira rede, conselheiros, apoiantes e parceiros. Viram os meus talentos e ajudaram-me a definir ações estratégicas de carreira, fizeram-me pensar fora da caixa e ir além dos meus limites. Esta foi a base de tudo!</p>
<p>O meu primeiro emprego foi como professora no Brasil.  Trabalhei como professora tanto em escolas privadas como públicas. Muito cedo, a minha mãe percebeu o meu talento para as línguas.  Comecei a aprender inglês e francês a um nível elevado quando tinha doze anos de idade. Mais tarde, comecei a estudar espanhol. Tenho uma licenciatura em Língua e Literatura Portuguesa e Francesa.  Também tenho um mestrado em Língua e Literatura Francesa pela Universidade de Nancy e um mestrado em Língua e Literatura Portuguesa pela Universidade de Oslo. Venho de uma família onde todos nós fomos encorajados a melhorar os nossos talentos e a ser o melhor que podemos ser. Sou quem sou hoje por causa da minha família dedicada e solidária. Não poderia ser quem sou hoje sem tudo o que os meus pais fizeram para nos dar a melhor educação e oportunidades.</p>
<p>A arte do networking já não é algo a ser ignorado. Seremos tanto mais fortes como profissão quanto mais estivermos conectados. A mão-de-obra atual é global, conectada, móvel, transitória, e multi-geracional. Com as redes sociais, a sua rede pode ser literalmente global.</p>
<p>Como escreveram os dois autores Stephen R. Covey e Jennifer Colosimo, &#8220;é um princípio natural que não se pode alcançar nada totalmente compensador sozinho &#8211; pelo menos não no mundo do trabalho“.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Redes Operacionais, Pessoais, e Estratégicas</p>
<p>São necessárias redes operacionais, pessoais e estratégicas para fazer as coisas, para se desenvolverem pessoal e profissionalmente. A rede operacional irá ajudá-lo a completar as suas tarefas profissionais e a executar com eficácia as suas tarefas. A sua rede pessoal vai ajudá-lo a desintoxicar, divertir-se e ligar-se à sua família, aos seus amigos e aos amigos dos seus amigos. Está ligada aos seus objetivos e afinidades pessoais. A sua rede estratégica irá ajudá-lo a seguir uma carreira, encontrar novos projetos no trabalho, ligar o seu executivo a potenciais clientes, descobrir as novas tendências na indústria, gerar ideias inovadoras e evitar o pensamento de grupo, entre muitas outras oportunidades. Ajudará a projetar o futuro. Se tem um plano para a sua carreira, deve abraçar uma rede de pensamento estratégico.</p>
<p>Exemplos de redes operacionais para assistentes são os diferentes grupos e associações profissionais. As redes oferecem-nos a oportunidade de compartilhar ideias, preocupações, informações e recursos, aspirações e ideais.</p>
<p>Como a minha rede me ajudou a melhorar a capacidade de falar em público</p>
<p>Aqui estão algumas ações estratégicas, se pretende tornar-se um bom orador:</p>
<ul>
<li>Comece por se tornar membro de uma rede onde as pessoas têm a oportunidade de se expressar</li>
<li>Faça pequenas apresentações e interaja com diferentes tipos de profissionais.</li>
<li>Transforme esta oportunidade de rede numa arena praticante.</li>
<li>Encontre um tema de interesse, diga aos outros que tem boas práticas a compartilhar que podem ajudar os outros a ter sucesso e determinar o tempo para realizar a sua apresentação.</li>
<li>O próximo passo? Encontre um novo tema de interesse, diga aos outros que deseja compartilhar as suas melhores práticas e dicas, e o resto que sabe.</li>
</ul>
<p>Este é apenas um exemplo de como pode pensar em rede de uma forma estratégica. Seja estrategicamente intencional!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quanto Diversa é a sua Rede Estratégica?</p>
<p>Sabemos que a investigação apoia a noção de que as pessoas que estão ligadas através de grupos heterogéneos e que têm contatos mais diversificados, chegam com ideias mais criativas e soluções originais. Portanto, vamos fazer um exercício de auto-avaliação para nos ajudar a definir ações estratégicas para melhorar a diversidade das nossas redes.</p>
<ul>
<li>Quem são as pessoas com quem está passando mais tempo? (idades, culturas, religiões, educação, indústrias, localizações geográficas e outras distinções)</li>
<li>Faça uma lista de dez pessoas com quem discutiu assuntos de trabalho importantes ao longo dos últimos meses.</li>
<li>Quais são os principais pontos fortes e fracos da sua rede profissional?</li>
<li>Quem são as novas pessoas que precisa conhecer?</li>
<li>Já pensou em juntar-se a redes relacionadas com outras profissões que não representa a sua  atual?</li>
<li>Quais são as formas de interagir dia após dia com os seus colegas, clientes, outros profissionais e parceiros industriais?</li>
</ul>
<p>Agora, quero que crie um plano de ação estratégico que o ajude o a ter uma rede mais diversificada. Pense em ações que sejam fáceis de implementar, que o manterão motivado e interessado em construir as relações certas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E sobre a criação dos seus próprios eventos de rede?</p>
<p>Se deseja construir uma rede estratégica poderosa, ramifique-se. Construa uma rede diversificada de contatos profissionais que inclua pessoas que não se pareçam contigo, que soem como você, que falem como você, ou que tenham os seus antecedentes, educação ou história. A única coisa que devem ter em comum contigo e com as outras pessoas da sua rede é que devem ser realmente bons naquilo que fazem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por</p>
<p><strong>Julia Schmidt é </strong><strong>profissional de Secretariado Executivo premiada, </strong>com mais de 20 anos de experiência a trabalhar em diferentes setores de atividade. É conhecida por ser uma defensora apaixonada do desenvolvimento das pessoas e por ajudar os outros a ter sucesso e a assumir as suas capacidades de liderança. Júlia é uma ativa mentora e promotora de redes. É diplomada pela Universidade da Noruega, com um Mestrado em Língua e Literatura Portuguesa e estudou também Administração de Empresas. Segue a Júlia no LinkedIn. Júlia é autora de <em>The Executive Secretary Guide to Building a Successful Career Strategy</em>, disponível agora na Amazon.</p>
<p>Júlia também faz parte da nossa equipe de palestrantes. Se estiver interessado(a) em que ela dê formação aos seus profissionais de Secretariado ou no seu evento, virtualmente ou pessoalmente, por favor visite executivesupportmagazine.com/speaker-bureau.</p>
<p><strong>Evon Wood</strong>, CCMF, CAP é uma profissional dedicada ao serviço. Tem vários anos de experiência no contexto da administração de alto nível, prestando apoio a executivos, equipas de liderança e órgãos de gestão organizacional. Os pontos fortes da Evon são coordenação, produtividade, comunicação, gerenciamento de projetos, promoção do engajamento dos funcionários e da cultura organizacional.</p>
<p>Como aprendiz ao longo da vida, Evon tem sido consistente na obtenção e manutenção de formações credenciadas, bem como na participação na liderança activa e na gestão de várias organizações profissionais. Uma das suas maiores alegrias é ser uma defensora do crescimento e desenvolvimento contínuo dos Profissionais de Secretariado e Assessoria em todo o mundo.</p>
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		<title>O que é real?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 08:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito, Forças e Bem-estar Integral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o trabalho o afasta da zona de conforto, há uma tendência a que as emoções aflorem com mais facilidade. É o momento de encontrar o equilíbrio para ver as alternativas. Nem sempre é fácil. Organizar um evento com a presença de pessoas com as quais você se compromete a entregar um conteúdo diferenciado está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o trabalho o afasta da zona de conforto, há uma tendência a que as emoções aflorem com mais facilidade. É o momento de encontrar o equilíbrio para ver as alternativas. Nem sempre é fácil. Organizar um evento com a presença de pessoas com as quais você se compromete a entregar um conteúdo diferenciado está fora da zona de conforto de quase todos. Para mim era um desafio tremendo começar uma oficina com mais de trinta inscritos de diferentes regiões brasileiras, idades variadas e formações múltiplas, agrupando pessoas únicas e singulares. Tratar de temas como a espiritualidade, a positividade e a não-violência no ambiente organizacional contribuíam para que o conforto desse lugar a inquietação. O ambiente virtual com a dependência tecnológica de computador, câmera, microfone, aplicativo de transmissão e a internet completava o cenário. Aquilo que estava no meu controle, acreditava, estava feito. O conteúdo estava preparado e organizado com a sequência de atividades. O horário se aproximava e eu estava usando o computador na bateria. Queria deixá-lo bem carregado para a oficina, assim fui conectá-lo na tomada. Pareceu-me um pouco mais duro e forcei um pouco. Foi o suficiente para ouvir um pequeno estalido que indicava a quebra de algo. A bateria, que estava quase descarregada, não carregava e não teria energia para toda a oficina. Assustei-me. Pensei num plano B. Passei na loja de computadores perto de casa, mas ela estava fechada. Peguei outro computador e transferi para ele os arquivos. “Tudo certo. Que alívio!”, pensei. A oficina começou num bate-papo informal e em seguida começamos as atividades. Os comandos diferentes do computador e um <em>power point</em> de outra versão me deixaram um pouco nervoso. Não conseguia compartilhar a imagem como queria. Ajuda daqui e dali dos participantes e a oficina engrenou perfeitamente. De repente, do nada, o meu computador simplesmente desligou. A facilitação dessa parte da oficina estava sob minha responsabilidade. <strong>E agora? O que fazer?</strong></p>
<p>Provavelmente, muitos de vocês passaram por situações com imprevistos. Da perspectiva da inteligência positiva, esse é o momento em que os sabotadores se manifestam. Ao pensar na comunicação não-violenta a probabilidade de que a pessoa seja dura consigo mesma é imensa. Os meus sabotadores começavam a me levar para um nível ansiedade muito alto. Tornei-me agressivo comigo. O pensamento de que tinha tudo sob controle desapareceu, deixando o controlador, um dos meus sabotadores, descontrolado. O sabotador principal que critica a si mesmo, os outros e as situações, rapidamente se uniu a ele. “Eu te avisei” dizia ele. Levava-me a pensar, “sem a minha presença para comandar a facilitação a oficina vai ser um desastre”. Fiquei com raiva de mim e culpei-me pelo descuido. Culpei a situação ao não entender como poderia sair do meu controle algo que estava bem planejado com planos A e B. Os meus sabotadores me levavam a entrar em desespero! Nesse momento, em meio ao turbilhão de pensamentos agressivos dos sabotadores, veio-me um ditado à mente: “O homem propõe e Deus dispõe”. Um pouco da espiritualidade que nos traz sabedoria. Foi uma micro pausa que me permitiu retomar o contato com a realidade. <strong>O que estava acontecendo de fato? </strong>Nada que já não tivesse acontecido antes comigo ou com outras pessoas. <strong>O que eu poderia fazer?</strong> Reiniciar o computador, que demoraria um pouco, e conversar com as pessoas a partir do notebook de minha esposa que participava da oficina. Tudo seguia na sua normalidade.</p>
<p>Enfim, entendo que a <strong>espiritualidade</strong> nos mostra que tudo tem uma razão para acontecer. Não se trata de conformismo, mas sim de <strong>humildade</strong>. Tive que reconhecer que nem tudo está no meu controle, assim pude diminuir o controlador, meu sabotador associado. Tive que admitir que a vida segue sem a minha presença, porque a oficina seguiu intermediada pelos demais. <strong>Como isso aconteceu?</strong> <strong>A inspiração vinda da espiritualidade me pôs em contato com a realidade</strong>, fazendo com que diminuísse a violência interior que, muitas vezes, se reflete no exterior. Enfim, tive que revelar que a minha esposa estava na oficina. Isso é real!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Moacir Rauber</p>
<p>Blog: facetas.com.br</p>
<p>E-mail: mjrauber@gmail.com</p>
<p>Home: www.olhemaisumavez.com.br</p>
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		<title>O que você carrega nas bolsas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 08:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os três anciãos viajavam em ritmos diferentes, embora cada um deles carregasse igualmente duas bolsas. Uma bolsa estava pendurada na parte da frente do corpo, próxima ao peito, enquanto a outra estava atrás, nas costas. Ao ser perguntado sobre o que levava em cada uma delas, o primeiro homem respondeu que nas costas ele carregava [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os três anciãos viajavam em ritmos diferentes, embora cada um deles carregasse igualmente duas bolsas. Uma bolsa estava pendurada na parte da frente do corpo, próxima ao peito, enquanto a outra estava atrás, nas costas. Ao ser perguntado sobre o que levava em cada uma delas, o primeiro homem respondeu que nas costas ele carregava as boas coisas da vida, as lembranças dos amigos e da família. No peito ele trazia as coisas desagradáveis, os erros cometidos, as críticas recebidas e os problemas pelos quais havia passado para poder analisá-los com mais frequência. Ele se movia pesaroso. O segundo homem disse que na bolsa do peito trazia todas as boas ações que havia feito para poder exibi-las. Nas costas levava os seus erros, que o acompanhavam por todos os lados. Ele se movia impaciente. O terceiro homem revelou que na bolsa pendurada em seu peito ele trazia as boas ações dos amigos e as memórias de tudo de bom que havia vivido. A bolsa era enorme. Enquanto isso, nas costas ele colocava todas as ofensas, as maledicências e os infortúnios enfrentados. A bolsa era gigante. Ainda assim, ele se movia com ligeireza, suavidade e paciência. <strong>Qual é a diferença entre os homens e as suas bolsas?</strong></p>
<p>A <strong>Inteligência Positiva</strong> e a <strong>Comunicação Não-Violenta</strong> oferece algumas explicações e nos deixa pistas de como ser Afetivo e Efetivo.</p>
<p>O primeiro homem priorizava analisar os erros cometidos e os momentos desagradáveis para, supostamente, entendê-los. A inteligência Positiva vê a presença do Crítico, o sabotador regente, que se fixa na crítica aos outros, às situações e a si mesmo. Provavelmente, tem como aliados outros sabotadores, como o prestativo, o hiper-racional, o insistente, a vítima ou o hipervigilante que levam o homem a quase não se mover. Além disso, mantém nas costas, longe de sua visão, as partes boas da vida. Aparentemente, a Comunicação Não-Violenta está ausente dos diálogos internos do primeiro homem com reflexos no ambiente externo, porque ele atua com a interpretação dos fatos. Assim, ao entender que as necessidades não são atendidas, ele alimenta sentimentos de insatisfação, expressando-se pesarosamente. Os sabotadores sequestram o seu sábio, mantendo uma comunicação violenta sem ser afetivo ou efetivo.</p>
<p>O segundo homem prioriza as realizações e os momentos de glória num movimento de afirmação. Da perspectiva da Inteligência Positiva o Crítico, sabotador principal, está no comando de um grupo de sabotadores como o inquieto, o hiper-realizador, o controlador ou o esquivo para se afirmar no mundo. Longe de sua vista, nas costas, trazia os erros. Não os via, mas não os largava, deixando-o impaciente. Igualmente, a Comunicação Não-Violenta não se manifesta no comportamento do homem que se vangloria para atender algumas de suas necessidades. Desse modo, termina por criar sentimentos de frustração e de impaciência. Os sabotadores mais uma vez sequestram o sábio, eliminando o afeto.</p>
<p>Por fim, o terceiro homem com suas bolsas gigantes flutua com suavidade, ligeireza e paciência pelos caminhos da vida. <strong>Onde está a diferença?</strong> A gratidão pelas ações dos outros e pelo privilégio da vida ocupa espaço sem ser pesado. Para ele, a bolsa no peito serve de vela para velejar sereno pelas águas da vida. A grande bolsa nas costas, na qual ele coloca as ofensas, as maledicências e os problemas enfrentados, poderia ser um peso insuportável, porém ele adotou uma estratégia inteligente: fez um grande buraco no fundo. Portanto, ao pôr as frustrações na bolsa, ela balança e as deixa cair. Assim, ainda que a bolsa seja grande, ela sempre está vazia. Isso o ajuda a seguir o seu caminho com a suavidade, a paciência e a positividade que o mantém feliz com as escolhas. É a manifestação da inteligência positiva e da comunicação não-violenta com o sábio no comando que se reflete interna e externamente. <strong>É a escolha que nos faz AFETIVOS e EFETIVOS.</strong></p>
<p>Por fim, acredita-se que a diferença é estar presente. Furar a bolsa das decisões que não produziram os resultados esperados deixa para trás o passado e permite que cada um esteja presente no presente. Desse modo, acredita-se que a sabedoria está na espiritualidade que nos permite usar as ferramentas vindas do conhecimento com a consciência de afetar o mundo com AFETO. <strong>Com AFETO posso ser EFETIVO </strong>e isso depende daquilo que você escolhe carregar nas suas bolsas.</p>
<p><strong>O que você carrega nas suas bolsas?</strong></p>
<p>“&#8230; o meu jugo é suave e o meu fardo é leve&#8221;.</p>
<p>Mateus 11, 30</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Moacir Rauber</p>
<p>Blog: <a href="http://www.facetas.com.br">www.facetas.com.br</a></p>
<p>E-mail: <a href="mailto:mjrauber@gmail.com">mjrauber@gmail.com</a></p>
<p>Home: <a href="http://www.olhemaisumavez.com.br">www.olhemaisumavez.com.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Não fale tudo, GRITE!</title>
		<link>https://pepitassecretariesclub.com/nao-fale-tudo-grite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Dec 2022 08:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A coragem de se falar tudo o que se pensa, muitas vezes, é motivo de orgulho para alguns, razão de preocupação para outros e um desafio para muitos. Nós ouvíamos o diretor da empresa falar com o peito estufado pelo orgulho de que ele falava o que pensava e não lhe importava quem estivesse presente. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://pepitassecretariesclub.com/nao-fale-tudo-grite/">Não fale tudo, GRITE!</a> apareceu primeiro em <a href="https://pepitassecretariesclub.com">Pepitas Secretaries Club</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A coragem de se falar tudo o que se pensa, muitas vezes, é motivo de orgulho para alguns, razão de preocupação para outros e um desafio para muitos. Nós ouvíamos o diretor da empresa falar com o peito estufado pelo orgulho de que ele falava o que pensava e não lhe importava quem estivesse presente. Ele falava! Nós estávamos ali com nossa presença física, não necessariamente o escutávamos. Ele arrematou:</p>
<p><em>– Falo tudo o que me vem à cabeça!</em></p>
<p>Naquele momento, necessitávamos da sua aprovação para que o projeto seguisse, assim silenciamos, sem dizer se concordávamos ou não. Creio que se vive um momento em que a autoridade não se sustenta mais por um cargo ou uma função que alguém ocupa, ainda que tenha sido legitimamente conquistada. Tampouco se trata de questionar por questionar o papel que cada um ocupa nas diferentes interações sociais. Entretanto, entendo não haver mais espaço para que as relações não tenham como base o respeito entre as pessoas, independentemente de sua posição hierárquica ou social. Isso porque nenhuma posição hierárquica ou social é real, embora seja real a responsabilidade pelas ações derivadas dessa posição. Assim, as ações deveriam ser decorrentes das intenções que deveriam trazer em seu âmago o respeito por si e pelo outro. Por isso, aquele que falar tudo o que lhe vem à cabeça e da forma como vem, desrespeita o respeito. Além disso, entendo que seguidamente falar tudo o que vem à cabeça pode revelar alguém que tem baixa autoconfiança, uma limitada autoestima e um orgulho arrogante que o distancia da coragem. Muitas vezes, esse falar sempre revela alguém com pouco equilíbrio emocional, porque em determinadas situações há que ter coragem para silenciar. Silenciar seria o caminho? Não. Santa Catarina de Sena (1347 – 1380) dizia, “Basta de silêncio! Gritem com mil línguas. Foi por terem os homens calados que o mundo hoje está apodrecido.” Desse modo, julgo que algumas questões devem ser consideradas para que falar tudo seja viável, possível e realizável, sem que seja um sinal de pouco equilíbrio. Preocupar-se por falar tudo o que se pensa é sinal de consciência sobre um mundo que cada um carrega. Assim como desejar falar tudo o que se pensa no tempo apropriado é uma busca de quem tem a consciência de que há um caminho a ser percorrido entre aquilo que se pensa e aquilo que se fala. Para mim, sinal de evolução. Assim, como falar tudo o que se pensa? <strong>(0) Faça uma pausa</strong> e conte até dez. <strong>(1) Observe</strong> o que é fato. <strong>(2) Sinta</strong> e averígue o que o outro poderia estar sentindo. <strong>(3) Avalie</strong> o que realmente importa. <strong>(4) Expresse-se</strong> com respeito por si e pelo outro. <strong>(5) Repita</strong> o processo diante de situações aparentemente conflituosas, lembrando de que aquilo que você fala seja melhor do que o silêncio da sua pausa. É um exercício de prender os seus sabotadores internos, deixando de criticar os outros, de criticar a situação ou de se criticar. Faça o movimento de <strong>ativar o seu sábio</strong> ao praticar a <strong>empatia</strong> e a autoempatia; ao <strong>explorar</strong> a situação sem julgar; ao <strong>navegar</strong> por alternativas; ao <strong>inovar</strong> na forma de falar, sendo inteligente positivamente. Fale tudo o que precise falar com afeto. Deixe a sua alma gritar!</p>
<p>O diretor que sempre falava tudo o que lhe vinha à cabeça sem se preocupar com o outro saiu da organização. O seu orgulho era irreal porque não havia o cuidado com o outro o que gerava preocupação em muitos. Está batendo em outras portas. Ele não havia mudado o que pensava para falar tudo o que pensava. Sei que nem tudo o que eu penso eu posso dizer, mas posso mudar o que penso para poder dizer tudo. Isso é possível! Dessa forma, “gritem” com a autoconfiança de quem sabe que o mundo não é justo, mas que eu posso ser. “Gritem” com a autoestima de quem se cuida e cuida do outro. “Gritem” com a humildade que revela o respeito de quem se respeita e com isso respeita o outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por Moacir Rauber</strong></p>
<p>Instagram: @mjrauber</p>
<p>Blog: <a href="http://www.facetas.com.br/">www.facetas.com.br</a></p>
<p>E-mail: <a href="mailto:mjrauber@gmail.com">mjrauber@gmail.com</a></p>
<p>Home: <a href="http://www.olhemaisumavez.coom.br/">www.olhemaisumavez.coom.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como você conversa com quem importa para você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 21:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escutava o jovem de 20 anos que falava do pai com a sensação de que ele reclamava de tudo. Quais eram as reclamações mais comuns? O pai reclamava quando ele sujava algo e não limpava. Quando ele ligava a luz e não desligava. Quando ele usava uma ferramenta e não guardava. E por aí seguiam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escutava o jovem de 20 anos que falava do pai com a sensação de que ele reclamava de tudo. Quais eram as reclamações mais comuns? O pai reclamava quando ele sujava algo e não limpava. Quando ele ligava a luz e não desligava. Quando ele usava uma ferramenta e não guardava. E por aí seguiam os pequenos grandes problemas. Admitiu que, muitas vezes, o pai tinha razão. Porém, havia outras questões que o incomodavam, como as diferenças sobre sair de casa para as festas, os horários de estudo e a rigidez para se levantar, almoçar e jantar. O jovem argumentava que trabalhava e estudava, por isso podia se encarregar de sua própria vida. Era verdade. Contudo, o jovem não se lembrava de que ele vivia na casa de seu pai, assim, não pagava aluguel, água, luz, ITPU, internet, comida ou a roupa lavada. Portanto, naquela casa quem estabelecia as regras era o pai. Lembrei-o disso e emendei uma conversa que tive com o meu pai. Numa discussão, rebati verbalmente um comentário e o acusei de reclamar de tudo. Ele fez silêncio e logo disse:</p>
<p><em>&#8211; Moacir, eu tenho 44 e você tem 20 anos. Tem algumas coisas que ainda que você queira não pode saber porque são coisas que só a experiência pode ensinar. Pode parecer que reclamo de ti, mas são orientações! Às vezes, me exalto porque repito e repito as mesmas coisas. Agora quero te dizer para você se preocupar o dia em que eu não reclamar mais contigo, porque a partir desse dia o que você fizer ou deixar de fazer já não me importará mais porque eu não me importarei mais contigo.</em></p>
<p>O meu sangue gelou. Senti o peso das palavras no meu coração. A tranquilidade e a segurança com que foram ditas penetraram na alma. Ele prosseguiu:</p>
<p><em>&#8211; E isso se aplica na empresa em que você trabalha. Aproveite quando alguém fizer um comentário sobre o teu trabalho para escutar, analisar e absorver o que interessa. Comece a se preocupar quando o teu chefe, superior ou mentor não falar mais contigo…</em></p>
<p>Ele tinha razão. Acredito que tudo o que precisa ser dito possa ser dito sem ser ofensivo ou invasivo e sem ser assédio moral. Esse equilíbrio deve ser encontrado pelos pais, chefes, superiores ou mentores. Aquele que está do outro lado deve exercer a humildade para escutar e se abrir para aprender. Via de regra, um pai quer o bem do filho, razão dos comentários que se propõe a corrigir. Um chefe, um superior ou um mentor deve querer o bem da organização, o que exige que o colaborador desempenhe bem o seu papel. Como fazer? A Comunicação Não-Violenta (CNV) propõe quatro passos para diminuir a tensão nas relações. Ater-se aos (1) fatos: eventos que podem ser observados de maneira similar pelos envolvidos. Entender os (2) sentimentos: qual o sentimento que o evento desperta nos implicados. Identificar as (3) necessidades: o que cada um necessita naquela situação. Fazer os (4) pedidos: como cada um se expressa a partir dos fatos, considerando as necessidades e os sentimentos. Fácil? Não. Possível? Sim.</p>
<p>Na conversa entre o pai e o filho do início do texto, provavelmente, existem diferentes necessidades envolvidas. De um lado, o pai necessitava de ordem e de colaboração: como ele poderia se expressar? Por outro lado, o filho tinha a necessidade de autonomia e de reconhecimento: como ele poderia pedir? As necessidades de cada um são diferentes, por isso geram sentimentos distintos. As necessidades são conciliáveis? Aparentemente, sim. Entretanto, a comunicação entre as partes exibe uma tensão emocional que descamba para a quase violência. O lado positivo é que a tensão revela que eles se importam um com o outro. Adotar os passos da CNV pode contribuir para que você converse como quer conversar com quem você se importa.</p>
<p>Como você conversa com quem importa para você?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por</p>
<p><strong>Moacir Rauber<br />
</strong><strong>Blog: www.facetas.com.br<br />
</strong><strong>E-mail: mjrauber@gmail.com<br />
</strong><strong>Home: www.olhemaisumavez.com.br</strong></p>
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		<title>Forças de caráter: para um exercício de vida virtuosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 16:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou muito feliz com o convite para escrever para o Pepitas Secretaries Club. Nesse primeiro texto quero compartilhar com você um pouco da minha trajetória, porém devo lhe avisar que esse texto não é sobre chegar, mas sobre percorrer. Quando comecei a escrever esse texto passou um filme na minha cabeça sobre toda a minha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estou muito feliz com o convite para escrever para o Pepitas Secretaries Club. Nesse primeiro texto quero compartilhar com você um pouco da minha trajetória, porém devo lhe avisar que esse texto não é sobre chegar, mas sobre percorrer. Quando comecei a escrever esse texto passou um filme na minha cabeça sobre toda a minha jornada até aqui. Percebi que falar do meu trabalho com as forças de caráter é falar sobre mim mesma, sobre meu processo de autoconhecimento em busca da minha melhor versão. Afinal, o que é o exercício da vida virtuosa, se não essa busca constante pelo autoaperfeiçoamento e a excelência?</p>
<p>As virtudes sempre estiveram presentes na filosofia, na teologia, na Psicologia e dentro de nós. Para Aristóteles, viver bem é agir bem. Ele considerava a virtude e o seu exercício como o mais importante caminho para a felicidade. Para Platão, as virtudes são o conjunto de características que contribuem para que os indivíduos tenham uma vida boa. As virtudes e as forças de caráter seguem em nós como um guia para ação correta em cada caso. As 24 forças de caráter são os caminhos mais fáceis para as 6 virtudes: sabedoria, coragem, humanidade, temperança, justiça e transcendência.</p>
<p>Mas afinal, o que são as forças de caráter? São as características positivas da personalidade e refletem a forma como pensamos, sentimos e agimos. Todos nós possuímos 24 forças de caráter: espiritualidade, bondade, amor, inteligência social, criatividade, curiosidade, honestidade, perspectiva, esperança, humor, prudência, auto regulação, critério, perseverança, entusiasmo, amor ao aprendizado, apreciação da beleza e excelência, perdão, liderança, trabalho em equipe, bravura, imparcialidade, gratidão e generosidade. Essas qualidades humanas são consideradas a espinha dorsal da Psicologia Positiva, movimento científico que estuda as virtudes, as forças de caráter e sua relação com a felicidade, ajudando as pessoas a identificarem e aplicarem suas forças nas diversas áreas da vida. A utilização das forças de caráter eleva o bem-estar, a conexão com os outros, melhoram o desempenho e contribuem para o bem comum.</p>
<p>Meu encontro com a Psicologia Positiva me proporcionou aquele tipo de sensação mágica de &#8220;encontrei o que eu procurava&#8221;. Naquele momento decidi me dedicar ao estudo e a prática das forças e virtudes e me tornar uma especialista no assunto. O que eu não sabia naquela ocasião é que esse estudo iria muito além do âmbito profissional. Passei a vida adulta debruçada sobre o tema &#8220;carreira&#8221;. Hoje, percebo que nunca foi sobre trabalho, sempre foi sobre me conhecer e colocar minhas forças e virtudes a serviço do meu propósito que, no final das contas, é servir ao mundo de uma forma que faça sentido para mim e para os outros. A grande virada de chave da minha vida profissional ocorreu quando compreendi o óbvio e voltei para o que deveria ser o ponto de partida de toda minha jornada: “Conheça a ti mesmo, esse é o supremo conhecimento” Sócrates.</p>
<p>Existem inúmeras formas e abordagens para ir em busca de quem verdadeiramente somos. O meu convite é para você trilhar o caminho do autoconhecimento usando como bússola suas forças de caráter. O primeiro passo para o trabalho com as forças é responder ao teste Via. As forças são como nossos superpoderes, que vivem em nós como um tesouro escondido, pois por algum motivo não tínhamos acesso a ele, ou por desconhecer, ou por não compreender o poder que carregamos. Elas são fontes inesgotáveis de felicidade e realização, nos conectam ao bem-estar e ao senso de propósito e nos ajudam a viver nossa melhor versão.</p>
<p>O que é o Teste Via? O VIA é um teste de personalidade psicometricamente validado que mede as forças de caráter de um indivíduo. Você vai responder a 121 questões e vai receber uma devolutiva do Instituto VIA com suas 24 forças em ordem decrescente, onde as 5 primeiras representam sua identidade.</p>
<p>Conhecer e estudar as forças e virtudes humanas acabou sendo um profundo processo de transformação pessoal. Posso dizer que há oito anos vivo o que ensino, e todo dia é uma oportunidade para ser 1% mais consciente das minhas forças e virtudes, 1% mais engajada no meu trabalho e nos meus relacionamentos, e 1% mais feliz.</p>
<p>Esse processo de estudo e aplicação das forças e virtudes na minha vida e no meu trabalho foi crucial para a construção do Instituto Forças em Ação, que tem o propósito de transformar pessoas e instituições através da educação pelas virtudes.</p>
<p><strong>Por</strong></p>
<p><strong>Juliana Carneiro</strong><br />
é comunicóloga, pós-graduada em Psicologia Positiva. Apaixonada pelo estudo e a aplicação das forças e virtudes humanas. Criou Instituto Forças em Ação -IFA que tem a missão de transformar indivíduos e organizações através da educação pelas virtudes.<br />
Instagram @Julianacarneiro.ifa<br />
Site www.intitutoforcasemacao.com.br</p>
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		<title>FISEC: Reaprender, Redescobrir e Ressignificar para Inovar &#8211; A quem você saúda?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jefferson Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 16:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Excelência e Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[FISEC]]></category>
		<category><![CDATA[Interculturalidade e Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Marca Pessoal, Profissional e Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito, Forças e Bem-estar Integral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas vezes, cuidamos do carro e não cuidamos do corpo, da mente e do espírito (https://facetas.com.br/2022/05/27/voce-cuida-do-seu-carro/). A reflexão do nosso grupo de trabalho resgatou a analogia do carro, falando sobre a espiritualidade. O meu amigo (Rosan) indagou: &#8211; A quem você saúda quando levanta a mão ao cruzar com outro carro? A resposta é óbvia, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes, cuidamos do carro e não cuidamos do corpo, da mente e do espírito (<a href="https://facetas.com.br/2022/05/27/voce-cuida-do-seu-carro/">https://facetas.com.br/2022/05/27/voce-cuida-do-seu-carro/</a>). A reflexão do nosso grupo de trabalho resgatou a analogia do carro, falando sobre a espiritualidade. O meu amigo (Rosan) indagou:</p>
<p><em>&#8211; A quem você saúda quando levanta a mão ao cruzar com outro carro?</em></p>
<p>A resposta é óbvia, principalmente em cidades pequenas onde quase todos se conhecem entre si. A saudação vai para a pessoa do outro lado e não para o veículo, pouco importando se é uma BMW ou um Fusca. Na analogia usada, o modelo do carro é a aparência e o condutor a essência. Este não faz parte do carro. Na comparação com um ser humano o corpo é a aparência, mas onde está a essência? A essência é a alma, o espírito ou o coração, porque é tudo aquilo que uma máquina não é. Portanto, estar num evento que se propõe ser inovador a partir de elementos como reaprender, redescobrir e ressignificar faz todo o sentido. Para reaprender, muitas vezes, é necessário desaprender para dar espaço ao aprender. Para redescobrir é preciso revisitar caminhos já percorridos e identificar aquilo que é essencial descobrir de novo. Por fim, ressignificar é se reencontrar com a essência de cada um que está além da aparência de um cargo, de um papel social ou de um carro. A essência pode ser vista nos olhos da criança que cada um foi e na importância daquilo que se faz hoje para a pessoa que cada um imagina que vá terminar a sua jornada. Portanto, use uma foto de quando você tinha cinco anos, olhe nos olhos e encontre a sua essência. Veja a beleza, a pureza e os sonhos dessa criança. Aí está o verdadeiro condutor do seu carro. Depois avance para aquele que você imagina que irá terminar a jornada. Quantos anos, oitenta ou noventa? Não se sabe, mas se pergunte: qual a importância daquilo que você faz hoje no final da sua jornada? Os sentimentos, como as dores e as alegrias? O trabalho e a função profissional? As relações pessoais e as contribuições sociais? O que disso tudo que você exibe hoje realmente importa ao final da vida? Essa reflexão pode ajudar o condutor a reaprender, a redescobrir e a ressignificar hábitos, costumes e rituais internalizados que o levam a somente cuidar ou a descuidar da aparência. É preciso fazer a manutenção do carro? Sim, é fundamental manter o veículo em dia e bem cuidado na sua parte externa, porém é indispensável cuidar da essência, o condutor. Fala-se do corpo, a parte visível, e principalmente do espírito e da mente, a parte invisível. A busca pelo sentido da vida nos leva a reaprender, a redescobrir e a ressignificar a essência ao nos entendermos como seres humanos e divinos. Enfim, o carro vai para onde o condutor determinar. Para onde você quer ir?</p>
<p>Vá para o FISEC! É importante seguir na vida aprendendo e reaprender é uma estratégia de inovação. É relevante seguir na vida descobrindo e redescobrir é um processo de inovação. É fundamental seguir em busca do sentido da vida e ressignificar é essencial para a inovação. Ressignificar para resgatar a essência da criança na convergência com a sabedoria do ancião que determine a tua ação a partir da intenção mais profunda. Um processo que tem o poder de transformar o velho em novo na redescoberta é inovador. Uma estratégia que permite reaprender para tirar algo bom daquilo que aparentemente não é, é inovadora. Com isso, sempre que nos cruzarmos com outra pessoa teremos o discernimento para saudar o condutor, pouco importando se ele está numa BMW ou num Fusca. Seja no ambiente pessoal ou profissional, por trás daquele veículo está um menino que pretende chegar à ancianidade e que carrega perguntas como: quem sou eu? Onde estou? De onde vim? Para onde vou?<strong> É o condutor que vai ditar o rumo com o espírito e a mente. Para onde você quer ir?</strong></p>
<p>Por</p>
<p><strong>Moacir Rauber<br />
</strong><strong>Blog: www.facetas.com.br<br />
</strong><strong>E-mail: mjrauber@gmail.com<br />
</strong><strong>Home: www.olhemaisumavez.com.br</strong></p>
<p>O post <a href="https://pepitassecretariesclub.com/fisec-reaprender-redescobrir-e-ressignificar-para-inovar-a-quem-voce-sauda/">FISEC: Reaprender, Redescobrir e Ressignificar para Inovar &#8211; A quem você saúda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://pepitassecretariesclub.com">Pepitas Secretaries Club</a>.</p>
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